E se o gov.br fosse o super app do Brasil?
Comunicação, rede social, delivery, transporte, biblioteca e saúde com IA num só aplicativo. Identidade gov.br, pagamento por Pix e servidores no Brasil. Tudo o que hoje está nas mãos das big techs, de volta para os brasileiros.
A proposta
Transformar o gov.br no super app dos brasileiros
Pelo mundo, super apps reúnem mensagens, pagamentos e milhares de serviços num só lugar. O Brasil já tem a peça mais difícil: uma identidade digital verificada para 176 milhões de pessoas. Falta construir o resto, com soberania e código aberto.
Nossos dados moram fora
Conversas, fotos, rotas e hábitos de consumo de mais de 200 milhões de pessoas ficam em servidores sob leis de outros países.
O dinheiro vai embora
Taxas de delivery e de corridas saem do bolso do restaurante e do motorista brasileiro e viram lucro no exterior.
O Estado fala por canais alheios
Avisos oficiais, golpes e desinformação disputam espaço em plataformas privadas que o Brasil não controla.
Vitrine
Um app, todos os serviços do dia a dia
Toque em cada módulo para ver como ele funcionaria. As telas são protótipos conceituais.
Mensagens cifradas
Comunicação
Mensagens, chamadas de voz e vídeo com criptografia de ponta a ponta, servidores no Brasil e identidade verificada pela conta gov.br. Órgãos públicos falam com o cidadão pelo mesmo canal.
- Criptografia ponta a ponta (protocolo Signal, código aberto)
- Selo de conta verificada para órgãos e serviços públicos
- Notificações oficiais: INSS, Receita, SUS, Detran
Quem trabalha
O app é de quem faz o Brasil rodar
Motoristas, entregadores e restaurantes sustentam as big techs e ficam com a menor parte. No Conecta BR, a conta se inverte: a maior parte do dinheiro fica com quem trabalha, e parte do que sobra vira proteção social.
Fica com 85% de cada corrida
- Taxa média de cerca de 25% por corrida, segundo a própria Uber, e que na prática varia muito
- Preço e taxa mudam sem explicação
- Bloqueio da conta sem direito de defesa
- Mais de 60% dos trabalhadores de aplicativo não contribuem para o INSS
- Acidente ou doença: fica sem renda
- 85% da corrida vai para o motorista, sempre
- Regra de preço pública e recibo com a divisão de cada corrida
- Bloqueio só com motivo, prazo de defesa e revisão humana
- INSS recolhido automaticamente
- Seguro contra acidente e auxílio quando precisar parar
Transparência
Para onde vão R$ 100 de corrida
Valores de referência. O Fundo de Proteção será calibrado no piloto com estudo atuarial.
Direitos que o Fundo de Proteção garante
Não é vínculo CLT: é proteção social para quem trabalha por conta própria, com regras públicas, no espírito do que o Congresso discute no PLP 12/2024.
Cobertura de acidentes pessoais desde o primeiro dia, pago pelo Fundo de Proteção.
Renda mínima diária durante afastamento por acidente ou doença.
O app guarda 8,33% dos seus ganhos (opcional) e o Fundo paga o adicional de 1/3 quando você tirar férias.
Contribuição recolhida automaticamente, com aposentadoria e auxílio-maternidade garantidos.
Check-up anual agendado pelo assistente de saúde, com a manhã parada paga.
Ninguém é bloqueado sem motivo escrito, prazo de defesa e revisão por uma pessoa.
Simule
Quanto fica com você
Ver premissas do cálculo
- Hoje: taxa média de 25% (valor declarado pela Uber; na prática varia)
- Conecta: 85% fixos para o motorista
- Mês com 4.33 semanas
- Proteção social (seguro, auxílio, férias) vem além desse valor
Estimativa ilustrativa com base em fontes públicas. Não é promessa contratual.
Saúde com IA
Agentes de IA para um SUS que se antecipa
Em vez de esperar o paciente chegar grave, agentes de IA ajudam as equipes do SUS a enxergar risco cedo, organizar a fila e chegar antes da doença. A IA prepara; o profissional de saúde decide.
Sabe quem está chegando antes de a porta abrir
- Acolheu e coletou o quadro sem questionário robótico
- Classificou o risco pelo protocolo da unidade e avisou a equipe
- Abriu a ficha antes da chegada
- Não deu diagnóstico: quem avalia é a equipe da UPA
Conversa com o paciente, organiza sintomas pelo protocolo de classificação de risco e sugere o serviço adequado: UBS, UPA ou teleconsulta.
Cruza histórico de exames e consultas (com consentimento) para sinalizar quem precisa de acompanhamento antes de uma internação.
Remaneja vagas canceladas, confirma presença e reduz faltas em consultas e exames especializados.
Resume o prontuário antes da consulta e libera tempo do médico para o que importa: o paciente.
Atende pelo canal que a pessoa já sabe usar.
Atendimento por voz e por ligação comum, para idosos e quem não lê.
Totens na UBS e no CRAS e atendimento pelo 136.
Vídeo-atendimento com intérprete para pessoas surdas.
Infraestrutura de confiança
As 3 camadas que separam um agente de saúde de um robô
- Protocolos do Ministério da Saúde
- Classificação de risco (Manchester)
- Cada fluxo validado por médico responsável
- Abaixo do limite de confiança, passa para humano
- Nunca dá diagnóstico nem receita
- Sinais de alerta vão direto para a equipe
- Nada de dado de saúde sem consentimento (LGPD, art. 11)
- Não decide sozinha sobre vagas ou prioridade
- Registro de cada recomendação e de quem decidiu
- Código e modelos abertos para auditoria
- Conselho com profissionais de saúde e sociedade civil
- Servidores no Brasil
Fluxo de atendimento preditivo
- 1Dados com consentimentoExames, vacinas e consultas do cidadão
- 2Agente preditivoCalcula risco e sinaliza mudanças
- 3Equipe de saúdeValida o alerta e define a conduta
- 4Agente de filaAgenda a consulta na UBS mais próxima
- 5CidadãoRecebe o convite no chat e confirma
Arquitetura
Mapa da arquitetura soberana
Uma plataforma em camadas, de microsserviços independentes, que roda em data centers públicos brasileiros. Cada módulo pode crescer sozinho sem derrubar os outros.
Todo o código público e auditável por qualquer cidadão.
Coleta mínima, consentimento claro e dados sob jurisdição brasileira.
Servidores em data centers no Brasil, operados por empresas públicas.
Startups e comércio local entram como mini apps, sem monopólio.
Roadmap
Do protótipo ao Brasil inteiro
- Chat com login gov.br
- Arquitetura de referência publicada
- Protótipo navegável
- Delivery e corridas em 1 cidade parceira
- Agente de fila em UBS piloto
- Auditoria de segurança
- Rede social e biblioteca
- SDK de mini apps
- Integração com Pix e transporte público
- Proposta formal ao governo
- Transferência para operação pública
- Governança aberta
Para gestores públicos
Comece com um piloto de baixo risco
Não é preciso decidir pelo Brasil inteiro. A proposta começa num município, com contrato de teste previsto em lei, metas medidas e código que fica com o poder público.
- Renda média dos motoristas e entregadores cadastrados
- Faltas em consultas na UBS piloto
- Tempo de resposta do município ao cidadão no chat
- Custo por usuário ativo comparado ao de soluções privadas
- Código aberto, sem dependência de fornecedor
- Transferência para operação pública ao fim do contrato
- Dados sob jurisdição brasileira, em nuvem de governo
- Relatório público de resultados a cada trimestre
Financiamento coletivo
Construa isso com a gente
O protótipo é financiado por quem acredita na ideia. Cada real vira código aberto, infraestrutura brasileira e uma proposta formal ao governo. A prestação de contas será pública.
Apoio é doação com recompensa: não dá participação na empresa nem promete retorno financeiro.
- • Nome no mural de apoiadores
- • Adesivo digital para redes sociais
- • Boletim mensal do projeto
- • Camiseta e boné
- • Voto nas prioridades do roadmap
- • Tudo do Amigo
- • Kit completo: camiseta, boné, caneca e adesivos
- • Encontro on-line com a equipe
- • Destaque na página de fundadores
- • Tudo do Fundador
- • Vaga numa turma ao vivo com a equipe: como se constrói um super app (4 aulas)
- • Certificado de participação
- • Para empresas, escolas e coletivos
- • Workshop de tecnologia e IA para a sua equipe ou turma
- • Logo no mural de parceiros
Riscos e desafios
O que pode dar errado, e o que faremos
Projeto sério mostra os riscos antes de pedir apoio.
O protótipo e o código aberto ficam públicos de qualquer forma. Prefeituras e estados também podem usar, e o caminho começa por um piloto municipal.
O piloto existe para medir os custos reais antes de escalar. Se for preciso ajustar, a mudança é publicada com os números.
Criptografia de ponta a ponta, auditoria externa de segurança antes do piloto e código aberto para qualquer pessoa revisar.
Entregamos por módulos, começando pelo chat. Cada etapa tem data e é comunicada no boletim mensal.
Recompensas físicas são produzidas só depois de a campanha terminar, com prazo estimado informado a cada apoiador.
Equipe
Quem está construindo
Desenvolvedores brasileiros unidos por uma ideia: tecnologia pública, aberta e feita aqui.
Perguntas
Dúvidas frequentes
Este projeto é do governo?
Não. É uma proposta independente de cidadãos desenvolvedores. O objetivo é construir a prova de conceito e apresentá-la formalmente ao Governo Federal.
Por que usar o gov.br como base?
Ele já tem mais de 170 milhões de contas com identidade verificada. É a maior base de identidade digital do país, pronta para dar segurança a cada serviço.
O governo vai ler minhas mensagens?
Não. A proposta usa criptografia de ponta a ponta: nem a operadora do serviço consegue ler o conteúdo. O código aberto permite que qualquer pessoa confirme isso.
A IA vai substituir o médico?
Não. Os agentes organizam filas, fazem triagem e sinalizam risco. Diagnóstico e tratamento continuam com o profissional de saúde.
Dar 85% ao motorista se paga?
A plataforma não tem acionista para remunerar nem gasto bilionário com marketing: roda em infraestrutura pública e com código aberto. Os 15% cobrem operação, tecnologia e o Fundo de Proteção. O piloto municipal existe justamente para validar essa conta com números reais antes de escalar.
O motorista vai ter carteira assinada?
Não. Ele continua trabalhando por conta própria, com liberdade de horário. O que muda é que passa a ter proteção social: INSS recolhido, seguro contra acidente, auxílio quando precisar parar, adicional de férias e exames periódicos.
Apoiar me torna sócio do app?
Não. O apoio é uma doação com recompensa: você ajuda a construir o protótipo e recebe o que está no nível escolhido. Não há participação na empresa nem promessa de retorno financeiro.
Quem vai ser dono do app?
A tecnologia é desenvolvida pela equipe fundadora, com código aberto. O modelo prevê que motoristas e entregadores possam participar das decisões como cooperados, como em cooperativas de plataforma que já existem no Brasil.
Para onde vai o dinheiro arrecadado?
Para o protótipo, infraestrutura em nuvem nacional, auditoria de segurança e a preparação da proposta institucional. A prestação de contas será pública.